Documentário “A Voz do Campo” estreia em São Paulo pela Cult Zone Filmes

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Filme de Daniella Almeida será lançado em São Paulo por produtora que tem vídeo como seu primeiro longa metragem

Histórias de lutas, amores e desafios vivenciados principalmente durante o regime militar pelo sindicalista Euclides Nascimento, compõe a narrativa do documentário pernambucano A Voz do Campo, lançado em 2008novofilmes_logo no Recife,  em contagem regressiva para estreiar em São Paulo no próximo mês de novembro, pela Cult Zone Filmes.

O vídeo com versão em longa (60min) e curta (20min) metragem , sendo esta última a versão a ser apresentada em novembro, narra a trajetória de Euclides Nascimento, sindicalista que há 50 anos, atua no movimento sindical rural de Pernambuco e traça paralelos sobre a atuação dos  sindicatos de hoje com os do passado. O vídeo será exibido em evento realizado pela equipe do Lunetim Mágico, apoiador de produtores e diretores independentes, no espaço Cineclubista, localizado na famosa Rua Augusta, em São Paulo. Além da Cult Zone Filmes, a produção tem como apoiadores, o Projeto Dom Helder Câmara, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Universidade Federal de Pernambuco, Faculdade Maurício de Nassau, Arte Pe Estúdio e o Lunetim Mágico.

Saiba mais sobre o projeto A Voz do Campo na página SEMENTES, do blog da Dani em: http://daniellalmeida.wordpress.com/ladrilhos/

Confira sinopse do filme:

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Nas mãos de parteira em uma casa com biqueira tapada de barro, nasceu o sindicalista Euclides Nascimento. Foi no engenho Cafundó, localizado no município pernambucano de Buenos Aires, que o camponês ainda menino percebeu os abusos que os latifundiários impunha sobre os direitos do trabalhador rural.

capa parte escritaFundador dos primeiros sindicatos da Zona da Mata Norte de Pernambuco, formados pela igreja na década de 60, Nascimento torna-se um dos grandes líderes agrários desse Estado.

Mesmo perseguido, combateu ativamente a repressão da ditadura conseguindo manter muitos sindicatos livres das intervenções durante sua presidência na Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Pernambuco, a FETAPE.

Depois de quase 50 anos de luta, sua história se confunde as conquistas gradativas da classe camponesa. A bandeira em prol do sindicalismo orgânico, gerido pelo “homem do campo, para o povo do campo” torna-se sua marca e apesar dos anos passados, continua transmitindo suas detalhadas narrativas nas federações do país aos novos líderes que buscam continuar a trajetória da sua eterna caminhada.

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Ficha técnica

Direção: Daniella Almeida

Produção: Jéssica Lima

Direção de fotografia: Ana Rosa Passos

Trilha Sonora: Adiel Luna e Rafa da Rabeca

Edição de Imagens: J.R Júnior

Mixagem e Finalização: Henrique Bouduard

Narração Joffre Melo

Mixagem de trilha: Rodrigo Araújo e Thiago Riedel

Consultoria: Arnaldo Carmona

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A VOZ DO CAMPO- Euclides Nascimento e o sindicalismo rural de Pernambuco

SINOPSE

Nas mãos de parteira em uma casa com biqueira tapada de barro, nasceu o sindicalista Euclides Nascimento. Foi no engenho Cafundó, localizado no município pernambucano de Buenos Aires, que o camponês ainda menino percebeu os abusos dos latifundiários sobre os direitos do trabalhador rural.

Fundador dos primeiros sindicatos da Zona da Mata Norte formados pela igreja na década de 60, Nascimento torna-se um dos grandes líderes agrários do Estado de Pernambuco.

Mesmo perseguido, combateu ativamente a repressão da ditadura conseguindo manter muitos sindicatos livres das intervenções durante sua presidência na Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Pernambuco, a FETAPE.

Depois de quase 50 anos de luta, sua história se confunde as conquistas gradativas da classe camponesa. A bandeira em prol do sindicalismo orgânico, gerido pelo “homem do campo, para o povo do campo” torna-se sua marca e apesar dos anos passados, continua transmitindo suas detalhadas narrativas nas federações do país aos novos líderes que buscam continuar a trajetória da sua eterna caminhada.

Ficha técnica

Direção: Daniella Almeida- Assistente de direção: Jéssica Lima- Roteiro e pesquisa:

Daniella Almeida e Jéssica Lima- Orientação: Arnaldo Carmona- Narração Joffre Melo- Direção Musical: Adiel Luna e Rafa da Rabeca- Direção de fotografia: Ana Rosa Passos Cinegrafistas: Álvaro Bezerra e Ricardo Dutra- Edição de imagens: J.R Júnior- Técnico de gravação de trilha: Rodrigo Araújo- Assistente de gravação de trilha: Thiago Riedel

 

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